
12 de julho de 2010
Num dia como hoje, por exemplo:

9 de julho de 2010
Uma Extraordinária Aventura

O verão rolava em julho.
O calor se enrolava no ar e nos lençóis
da data onde eu estava,
Na colina de Púchkino, corcunda,
o monte Akula, e ao pé do monte
a aldeia enruga a casca dos telhados.
E atrás da aldeia,um buraco
e no buraco, todo dia,
o mesmo ato:
lento e exato
E de manhã
outra vez
por toda a parte
lá estava o sol
escarlate.
Dia após dia
começou a irritar-me
terrivelmente.
Um dia me enfureço a tal ponto
que, de pavor, tudo empalidece.
E grito ao sol, de pronto:
e eu aqui, cheio de tinta,
com a cara nos cartazes!
e se em lugar
desse ocaso de paxá
você baixar em casa
para um chá?
É o meu fim!
sem perder tempo
o sol alargando os raios-passos
avança pelo campo.
Recuo para o quarto.
Seus olhos brilham no jardim.
Avançam mais.
Pelas janelas,
pelas portas,
pelas frestas
a massa solar vem abaixo
e invade a minha casa.
me diz o sol com a voz de baixo:
desde que o mundo foi criado.
Você me chamou?
Apanhe o chá,
pegue a compota, poeta!
o calor me fazia desvairar, eu lhe mostro
o sofá:
sente-se, astro!
insolências sem conta?
me sento numa ponta
do banco e espero a conta
com um frio no peito.
fluía sobre o quarto
e esquecendo os cuidados
começo pouco a pouco
a palestrar com o astro.
como me cansa o trabalho,
etc.
mas não se desgoste,
não pinte as coisas tão pretas.
E eu? Você pensa
que brilhar
é fácil?
Prove, pra ver!
Mas quando se começa
é preciso prosseguir
e a gente vai e brilha pra valer!
ou até o que, antes, eram trevas.
Como falar, ali, de sombras?
Ficamos íntimos,
os dois.
Logo,com desassombro
estou batendo no seu ombro.
E o sol, por fim:
pra sempre, eu de você,
você de mim.
Vamos, poeta,
cantar,luzir
no lixo cinza do universo.
Eu verterei o meu sol
e você o seu
com seus versos.
prisão das trevas,
desaba sob o obus
dos nossos sóis de duas bocas.
Confusão de poesia e luz,
chamas por toda a parte.
e a noite lenta
quer ir pra cama,
marmota sonolenta,
eu, de repente,
inflamo a minha flama
e o dia fulge novamente.
brilhar como um farol,
brilhar com brilho eterno,
Gente é pra brilhar
que tudo o mais vá prá o inferno,
este é o meu slogan
e o do sol.
5 de julho de 2010
Mundos Infinitos

2 de julho de 2010
A Torre

25 de junho de 2010
É assim que te quero, amor...

20 de junho de 2010
A Noite na Ilha

12 de junho de 2010
Indecências

9 de junho de 2010
Em algum lugar me encontro deitada...
6 de junho de 2010
Burn in Hell

1 de junho de 2010
O Carro

O Carro é representado por um arquétipo simbolizador de motivação, força de vontade e honestidade que são impulsionadores do progresso contínuo.
Representa o auto controle, a confiança e retidão nos nossos atos. Poderá ser você o verdadeiro impulsionador destas características, ou alguém que exerce essa influência em si de forma a ajudá-lo a cumprir os seus objetivos.
No caso de se tratar de uma influência externa, ter cuidado ao avaliá-la pois inicialmente poderá parecer muito autoritária ou exigente, mas que no entanto poderá vir a ser uma verdadeira ajuda no cumprimento do nosso caminho, ao mostrar-lhe o significado da verdadeira motivação, honra, e retidão naquilo que fazemos.
No entanto temos que avaliar com atenção qual a altura certa para agir e realmente tomar controle da nossa jornada espiritual e física, pois essa escolha será essencial para o nosso triunfo.
Ainda como carta futura, esta carta avisa expressamente que nos cabe tomar total controle da nossa vida, reprimindo as nossas emoções se necessário e focar-se naquilo que realmente nos interessa de uma forma aventureira e destemida.
Ou também poderá significar que estamos sendo muito controladores e egocêntricos nos fazendo errar nas nossas opções simplesmente porque não ouvimos mais ninguém a não ser a nós próprios.
O 7º Arcano do Tarot nos incita a dar atenção às coisas e pessoas que nos rodeiam.