15 de dezembro de 2015

Submissa



A primeira coisa que tenho a declarar é que
não sou uma pervertida. Não mais do que
qualquer outra pessoa. Se você viesse ao meu
apartamento se surpreenderia mais com a
louça na pia do que com meu calabouço — o
custo de vida na cidade é tão alto que tenho
sorte de ter encontrado um apartamento
com sala que eu pudesse bancar. Digamos
que um calabouço não era realmente uma
opção.
E abordando alguns estereótipos desagradáveis,
não sou um capacho nem uma
ignorante. Não tenho vontade de passar o dia
cozinhando enquanto alguém caça e colhe
frutas para mim e mantenho as coisas em ordem,
o que é bom porque, fora uma carne assada
decente no domingo, sou uma cozinheira
meio ruim. Também não sou que nem
a Maggie Gyllenhaal em Secretária. Infelizmente.
Sou simplesmente uma submissa,
quando a vontade vem e quando tenho alguém
em quem confio para praticar. Você
não perceberia se me conhecesse. É apenas
uma faceta da minha personalidade, um dos
vários elementos do caráter que me fazem
ser... eu.

Diário de Uma Submissa

11 de dezembro de 2015

Melissa sorriu e se aproximou...



...girando inocentemente em
suas mãos, deixando que ele se deleitasse com sua bunda perfeita e então se afastando assim que as mãos dele escorregaram para baixo. Segundos depois ele estava de volta, e quando dessa vez colocou as mãos na sua barriga, ela deixou que subissem até a alguns centímetros de seus seios livres, e depois, ainda sorrindo, segurou os pulsos dele e os fez descer, e então se afastou dançando e voltou para ele, pegando suas mãos surpresas e colocando-as na sua cintura, sorrindo como um anjo enquanto ele as levantava, levantava, levantava até a base daquele par perfeito, antes que ela risse, empurrasse as mãos inquietas para baixo e se afastasse dançando novamente.

Diário de uma Submissa

17 de setembro de 2014

A temperança


A Temperança: nos mostra nossa necessidade de ajustes, de balanço em nossa vida e de procurar um equilíbrio. Aqui se vê uma mulher de braços abertos, misturando o conteúdo de duas vasilhas, combinando as energias contrarias que a complementa. Esta carta manifesta as potencialidades ocultas que se vão desdobrar e as faculdades que se desenvolvem e solidificam, assim como as decisões que se pegam com confiança e os estados de animo produto destas decisões. E uma carta que sempre significa boa saúde, tanto na parte física como na relacionada com a alma. 
A carta da Temperança nos anima a desenvolver nossa consciência em relação com as verdades que planteiam a filosofia e a religião. Não que a devemos aceitar cegamente, mas, que ao olhar a vida desta perspectiva, talvez encontre uma importante e inesperada fonte de satisfação.


2 de agosto de 2014

O Imperador



Trás a figura de um homem forte e bonito, destemido, empunhando um globo. É o homem ideal e honesto para as mulheres. O esposo, o namorado, o patrão, o amante, o pai ou outro homem importante na sua vida (no caso de consulente mulher; quando são homens, representam a eles mesmos). É uma carta dominante no baralho.

O Imperador está no ápice da pirâmide do Naipe do Espírito, representa o Homem percebendo-se inteiro. A percepção do Ego. A auto-afirmação. Representa a capacidade do homem de impor seu personagem. Todos nós temos a necessidade de ocuparmos um espaço dentro do nosso ambiente. Este espaço é composto de uma série de papéis, onde exercemos nossos dons e realizamos nossos ideais.

Cumprindo funções nesse universo, você vai ter a sensação de poder determinar sua vida. O Imperador traz uma força muito grande para você se assumir, usar suas capacidades e conquistar seu espaço na sociedade. Perceberá que pode obter o que precisa para se manter. Está gerando sua própria vida e ganhando autonomia. Com isso, você quer mais liberdade.

É o momento de se impor através do uso dos dons para inserir-se na sociedade. Quanto mais explorar suas potencialidades, mais segurança vai adquirir.

É a parte masculina se manifestando. O Ego.

Via Tarot Door

1 de agosto de 2014

''Bem, a cidade, é claro, ultrapassou todas as expectativas. Porém, nada era tão arrebatador quanto o povo. O povo do Brasil é diferente de qualquer outro que eu já vi. Para começar, são excepcionalmente belos, e embora todos concordem com isso, ninguém sabe dizer por quê. Não, falo sério — disse ele, vendo o meu sorriso. — Talvez seja a mistura do português com o africano e um pouco de sangue índio. Francamente não sei dizer. O fato é que são extraordinariamente atraentes e sua voz é extremamente sensual. É fácil se apaixonar por sua voz, beijar essa voz. E a música, a bossa nova, sim, é a sua linguagem, sem dúvida.

David Talbot em conversa com Lestat de Lioncourt, A História do Ladrão de Corpos. "

Anne Rice

7 de julho de 2014

A Justiça




A Justiça significa o estabelecimento de metas para a realização de mais uma etapa da Tarefa Kármica. Neste ciclo o objetivo é descobrir quais são os nossos dons e encontrar um espaço na sociedade para se expandir através deles. Como os dons representam nossas armas para a realização do Karma. Utilizá-los significa cumprir nossa missão como seres humanos. Agora é hora de dar importância a si mesmo. Reconhecer a própria Vontade.

Desejos são aqueles impulsos que geram a necessidade de compensar nossas dificuldades de interação com o ambiente. Desejos satisfazem as carências. Só a Vontade satisfaz os anseios do nosso Espírito. A Vontade vem da necessidade do nosso ser de realizar os dons e exercer sua função na sociedade.

Nesse momento é como se seu Espírito estivesse implorando para ser ouvido. Concentre-se nas suas capacidades. Mesmo seguindo objetivos que não eram genuínos seus. Você esteve utilizando suas capacidades. Se você ajudou o outro a crescer é por que tem potencialidades. Use-as agora para promover os seus próprios ideais.

Mostra você encontrando suas capacidades e realizando a sua missão.

É hora de fazer justiça a si mesmo, dar mais valor aos seus dons e aos seus objetivos de vida. Passando a dar prioridade a tudo aquilo que ainda não conseguiu alcançar.

Está questionando tudo. Na profissão está em busca de uma maior realização. Você não quer apenas sobreviver. Quer aprender e crescer. Se sua atividade não permite isto, vai querer mudar. Mesmo se precisar se prepara para isto.

Nas relações está muito mudado. Esteve dedicando muito aos outros mas, deixou de pensar em si. Vai ficar mais Egoísta. Dando mais valor a si próprio, conquistará um reconhecimento maior.


"Edifique um altar em seu coração, mas não faça teu coração um altar."


Via Tarotdoor. com

29 de abril de 2014

Por favor, escolham!



Por favor, escolham! Não ajam como reféns de situações degradantes. Não se submetam a circunstâncias que os desvalorizam como pessoa, este Universo que é o ser humano. Tenham amor, tanto amor próprio. Parem de aceitar o que não nutre, o que apenas suga, vampiriza, enfraquece, esvazia. Parem de reclamar das escolhas mal feitas como se não pudessem vivenciar algo grandioso e saudável. O Outro pode ser e fazer o que bem entender, você não precisa aceitar. Você pode determinar como quer e merece ser tratado. Por favor, escolham situações de crescimento, injetem-se doses cavalares de autoestima. Escolham relacionamentos amorosos e maduros. Deem-se tempo para escolher bem, mesmo que isto custe algum período de solterice. Não caiam na armadilha de estar com alguém por carência, por desespero, por medo, por qualquer coisa que negative uma narrativa que é a SUA VIDA! 
Por favor, não se maltratem sendo seus piores inimigos e se dando tão pouco como se o Outro fosse o responsável por isto. É você, apenas você quem pode escolher o que vai adornar tua rotina, se vai fazer sorrir ou chorar teu coração. Não se deixem na mão alheia. Decidam! Vão embora do lugar que não os acolhe. Sejam mais carinhosos com vocês mesmos. Deem-se paz, busquem reciprocidade no amor. Estamos aqui para evoluir, seja em que aspecto for. 


Marla de Queiroz

23 de abril de 2014

O Imperador



"A virtude mais elevada, como um halo, circunda a cabeça do Imperador; e somente ele é realmente digno de praticá-la." 

Goethe: Fausto, Parte 2

20 de março de 2014

Quando as palavras se abraçam



Do livro QUANDO AS PALAVRAS SE ABRAÇAM, de Marla de Queiroz 

12 de março de 2014

A Justiça



Nas leituras do Tarô deve‑se sempre prestar cuidadosa atenção à carta da Justiça. Sua aparição indica, antes de mais nada, que os acontecimentos se desenrolaram da maneira como eles estavam "destinados" a se desenrolar; quer dizer, o que lhe está acontecendo decorre de situações e decisões do passado. Você tem o que merece. Em segundo lugar, ela indica uma necessidade e uma possibilidade de ver a verdade desse resultado. A carta significa honestidade absoluta. Ao mesmo tempo ela mostra a possibilidade de que suas ações futuras possam ser mudadas por uma lição aprendida na atual situação.

Rachel Pollak



"Quem não deve, não teme"

26 de fevereiro de 2014

Falar



Já fui de esconder o que sentia, e sofri com isso. Hoje não escondo nada do que sinto e penso, e às vezes também sofro com isso, mas ao menos não compactuo mais com um tipo de silêncio nocivo: o silêncio que tortura o outro, que confunde, o silêncio a fim de manter o poder num relacionamento.

Assisti ao filme Mentiras Sinceras com uma pontinha de decepção – os comentários haviam sido ótimos, porém a contenção inglesa do filme me irritou um pouco. Porém, nos momentos finais, uma cena aparentemente simples redimiu minha frustração. Embaixo de um guarda-chuva, numa noite fria e molhada, um homem diz para uma mulher o que ela sempre precisou ouvir. E eu pensei: como é fácil libertar alguém de seus fantasmas e, libertando-a, abrir uma possibilidade de tê-la de volta, mais inteira.

Falar o que se sente é considerado uma fraqueza. Ao sermos absolutamente sinceros, a vulnerabilidade se instala. Perde-se o mistério que nos veste tão bem, ficamos nus. E não é este tipo de nudez que nos atrai.

Se a verdade pode parecer perturbadora para quem fala, é extremamente libertadora para quem ouve. É como se uma mão gigantesca varresse num segundo todas as nossas dúvidas. Finalmente, se sabe.

Mas sabe-se o quê? O que todos nós, no fundo, queremos saber: se somos amados.

Tão banal, não?

E no entanto esta banalidade é fomentadora das maiores carências, de traumas que nos aleijam, nos paralisam e nos afastam das pessoas que nos são mais caras. Por que a dificuldade de dizer para alguém o quanto ela é – ou foi – importante? Dizer não como recurso de sedução, mas como um ato de generosidade, dizer sem esperar nada em troca. Dizer, simplesmente.

A maioria das relações – entre amantes, entre pais e filhos, e mesmo entre amigos – se ampara em mentiras parciais e verdades pela metade. Pode-se passar anos ao lado de alguém falando coisas inteligentíssimas, citando poemas, esbanjando presença de espírito, sem alcançar a delicadeza de uma declaração genuína e libertadora: dar ao outro uma certeza e, com a certeza, a liberdade. Parece que só conseguiremos manter as pessoas ao nosso lado se elas não souberem tudo. Ou, ao menos, se não souberem o essencial. E assim, através da manipulação, a relação passa a ficar doentia, inquieta, frágil. Em vez de uma vida a dois, passa-se a ter uma sobrevida a dois.

Deixar o outro inseguro é uma maneira de prendê-lo a nós – e este “a nós” inspira um providencial duplo sentido. Mesmo que ele tente se libertar, estará amarrado aos pontos de interrogação que colecionou. Somos sádicos e avaros ao economizar nossos “eu te perdôo”, “eu te compreendo”, “eu te aceito como és” e o nosso mais profundo “eu te amo” – não o “eu te amo” dito às pressas no final de uma ligação telefônica, por força do hábito, e sim o “eu te amo” que significa: “seja feliz da maneira que você escolher, meu sentimento permanecerá o mesmo”.

Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimí-la é trabalho para uma vida. Mais que as mentiras, o silêncio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas.

Matha Medeiros

10 de fevereiro de 2014

O Julgamento



“Flor na macieira, fruta na videira, semeada na maturidade...”


Força, energia, precipitação de tudo o que está para acontecer.

13 de janeiro de 2014

A Temperança


Estabilidade, ponderação e equilíbrio.

O Anjo da Temperança nos coloca de frente com o nosso oposto, para que aprendamos a tolerar e a conter nossos temperamentos, concilia corações partidos ou opostos exige paciência, perseverança, tenacidade. Dá-nos um modelo de conduta pessoal e social para que possamos utilizar a medida certa para todas as coisas. O sal demais estraga e o doce em excesso prejudica.

O 14º Arcano significa o bom senso, que controla o impulso de nossa natureza humana e nos faz aceitar a natureza dos outros, pois o homem não é uma ilha solitária, vive-se em grupo e em interação constante com a sociedade, por isso, ela está voltada ao bem social ou ao bem comum.

13 de dezembro de 2013

...


3 de dezembro de 2013

O Eremita



Tranquilidade, maturidade e introspecção.
É uma carta que simboliza o isolamento, restrição, afastamento enão oferece nenhuma esperança de realização, de progresso. Sua influência é neutra, recomenda paciência e dedicação ao consulente e aconselha-o a observar o seu caminho antes de cada novo passo. O Eremita não exige superficialidades, ao contrário, é sóbrio, básico no externo e profundo no interior.
Significa portanto, espírito de sacrifício, prudência, discrição, recuo, vigilância.

20 de novembro de 2013

O Amor no Colo



A dor não pede compreensão, pede respeito. Não abandonar a cadeira, ficar sentado na posição em que ela é mais aguda. 

Vejo homens que não têm coragem de terminar o relacionamento. Que não esclarecem que acabou. Que deixam que os outros entendam o que desejam entender. Que preferem fugir do barraco e do abraço esmurrado. Saem de mansinho, explicando que é melhor assim: não falar nada, não explicar, acontece com todo mundo. 

Encostam a porta de sua casa (não trancam) e partem para outra vida. 

Não é melhor assim. Não tem como abafar os ruídos do choro. O corpo não é um travesseiro. Seca com os soluços. 

Não é melhor assim. Haverá gritos, disputa, danos. É como beber um remédio, sem empurrar a colher para longe ou moldar cara feia. É engolir o gosto ruim da boca, agüentar o desgosto da falta do beijo. 

Será idiota recitar Vinicius de Moraes: "que seja infinito enquanto dure". A despedida não é lugar para poesia. 

Haverá uma estranha compaixão pelo passado, a língua recolhendo as lágrimas, o rosto pelo avesso. Haverá sua mulher batendo em seu peito, perguntando: "Por que fez isso comigo?" 

Haverá a indignação como última esperança. 

Haverá a hesitação entre consolar e brigar, entre devolver o corte e amparar. 

Vejo homens que somente encontram força para seduzir uma mulher, não para se distanciar dela. 

Para iniciar uma história, não têm medo, não têm receio de falar. 

Para encerrar, são evasivos, oblíquos, falsos. Mandam mensageiros. 

Não recolhem seus pertences na hora. Voltarão um novo dia para buscar suas coisas. 

Não toleram resolver o desespero e datar as lembranças. Guardam a risada histérica para o domingo longe dali. 

Mas estar ali é o que o homem precisa. Não virar as costas. Fechar uma história é manter a dignidade de um rosto levantado, ouvindo o que não se quer escutar. Espantado com o que se tornou para aquela mulher que amava. Porque aquilo que ela diz também é verdade. Mesmo que seja desonesto. 

Desgraçadamente, há mais desertores do que homens no mundo. 

Deveriam olhar fora de si. Observar, por exemplo, a dor de uma mãe que perde seu filho no parto. 

O médico colocará o filho morto no colo materno. É cruel e - ao mesmo tempo - necessário. Para que compreenda que ele morreu. Para que ela o veja e desista de procurá-lo. Para que ela perceba que os nove meses não foram invenção, que a gestação não foi loucura. Que o pequeno realmente existiu, que as contrações realmente existiram, que ela tentou trazê-lo à tona. Que possa se afastar da promessa de uma vida, imaginar seu cheiro e batizar seu rosto por um instante. 

Descobrir a insuportável e delicada memória que teve um fim, não um final feliz. Ainda que a dor arrebente, ainda é melhor assim.

Fabrício Carpinejar

1 de novembro de 2013

Os Amantes



Livre arbítrio, caminhos a escolher, prova, união, relacionamento, 
matrimônio, influencia do amor.

Um homem, entre duas mulheres, é alvejado por uma flecha do Cupido. 
Pode representar um homem dividido entre duas mulheres mas também pode representar simplesmente um casal.
 É a carta da união e do matrimônio. 
Pode representar para os consulentes de ambos os sexos a iminência de uma seleção a ser realizada; 
em certos casos, também, a infidelidade. 

É um momento propício para tomar decisões. Há barreiras que devem ser ultrapassadas. Tome a decisão com o coração.

24 de outubro de 2013

Um texto sobre a vida


A intensidade assusta, amar assusta, lutar por um amor assusta.
Somos sempre amadores diante do medo.
A sinceridade é quixotesca, é escandalosa, é inoportuna.
Toda declaração é patética. Como as cartas de amor. Como os apelidos entre os amantes. Como as juras no sofá.
Em vez de mostrar a importância do outro, o costume é se esconder. Em vez de abrir nossa vontade de permanecer junto, o costume é dissimular.
Em vez de expor o tamanho de nossa fragilidade, o costume é bancar o forte e intransigente.
Em vez de ouvir, o costume é se refugiar no orgulho.
Somos dependentes da aceitação mais do que do coração.
Não enfrentamos as críticas dos amigos, da família, preocupados com o nosso sofrimento.
Somos educados para a indiferença: o que incomoda precisa ser deixado de lado, o que atrapalha deve ser esquecido.
Insistir já vira chatice. Ninguém aguenta um assunto por muito tempo. Mas isso não é um assunto, é a minha vida.
Queremos merecer um amor mas, de modo algum, sofrer por ele.
Queremos alguém que não desista da gente, mas não oferecemos chance. Como crescer no amor sem superação? Como crescer os olhos sem o invisível?
Como recomeçar os laços sem humildade?
A ideia é se separar e não demonstrar nenhum sentimento? Como?
Ninguém é adulto no sofrimento. Só o cínico.
Ninguém é maduro no sofrimento. Só o insensível.
Vamos errar, beber, exagerar, tropeçar, gritar, explodir durante a ausência e se arrepender aos abraços e lágrimas.
Se ela diz que me ama, não faria sentido virar o rosto, a não ser que seja para receber seu beijo.
Posso não tê-la de volta, mas não terei me perdido e jamais terei desvalorizado sua força em minha vida.
O que pode parecer motivo de pena para mim é coragem.
Reserve a compaixão a quem se entrega para a mentira. Mentir para si é imperdoável.


Fabrício Carpi Nejar, ou Fabricio Carpinejar, como passou a assinar em 1998 (Caxias do Sul, 23 de outubro de 1972) é um poeta, cronista e jornalista brasileiro

23 de outubro de 2013

Amazing...


1 de outubro de 2013

A Lua


Nada é o que parece ser. Siga seus sentimentos e intuição

“Seja tua caridade inesgotável e tua paciência não menos inesgotável que tua caridade...”